domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Cachorrinha resgatada em estado terminal é adotada por garoto autista
HOJE SÃO MELHORES AMIGOS
Cachorrinha resgatada em estado terminal é adotada por garoto autista
03 de maio de 2013 às 6:00
Monika Schorr (da Redação)
Um menino de oito anos de idade, que sofre de autismo, transformou-se de um garoto profundamente inseguro e isolado em um extrovertido “tagarela”, graças à sua amada cachorrinha que foi resgatada em estado quase terminal. Esta linda história foi publicada esta semana no Daily Mail.
Em apenas dois meses, a mestiça de Staffordshire terrier fez com que Jonny Hickey se tornasse “uma criança extremamente feliz, como eu jamais o tinha visto,” conforme as palavras de sua mãe, Linda.
Jonny, residente em Johns Creek, no estado americano da Georgia, mal falava antes de encontrar Xena. Ele costumava passar horas sozinho, brincando com bolinhas de gude em total introspecção e ficava aterrorizado diante de qualquer situação desconhecida para ele.
Jonny Hickey, 8, brincalhão e cheio de vida quando na companhia de sua amada cachorra Xena. Seus pais dizem que ele tornou-se extrovertido e sociável desde que conheceu sua companheira. (Foto: Daily Mail)
Cabe à Xena o mérito de ter transformado positivamente a personalidade de Jonny. A cachorra, resgatada em situação deplorável, foi adotada, há dois meses, pela família Hickey. Na época, ela estava sendo cuidada pela equipe de um abrigo de animais. (Foto: Daily Mail)
Xena foi encontrada em situação de extrema negligência. Nesta foto, ela pesava 1,8 kg e incapaz de se levantar. (Foto: Daily Mail)
Xena lutou para sobreviver e, por isso, ganhou o apelido de “Filhote Guerreiro”. Ela foi encontrada inconsciente, mas respondeu bem ao tratamento com soro e alimentação. Acusações de crueldade estão sendo investigadas. (Foto: Daily Mail)
Jonny tinha dificuldade em expressar afeição e evitava contato visual. Desde que Xena entrou em sua vida, ele ficou expressivo e começou a gostar de contato físico. Ele abraça e beija a cachorrinha. (Foto: Daily Mail)
A partir do momento em que se conheceram, há dois meses, época em que o filhote foi adotado pela família, Xena e Jonny estabeleceram uma relação especial. Desde então, Jonny transformou-se num menino feliz e afetuoso que considera Xena como sua melhor amiga. Em um vídeo dos dois amigos, Jonny aparece cantando “You’ve Got a Friend In Me” (Você Tem Um Amigo em Mim) com Xena em seu colo. Em outro vídeo clipe, Jonny disse que ele e Xena “compõem uma equipe perfeita” e beija a cabeça da cachorrinha.
Xena, a cachorrinha resgatada, no tempo em que suas feridas estavam cicatrizando. Ela foi negligenciada e deixada à beira da inanição. (Foto: Daily Mail)
Em uma entrevista, Linda Hickey, de 44 anos de idade, mãe de Jonny e de mais um filho, disse ao Today.com: “Esses dois estavam destinados a ficar juntos e a salvar um ao outro de uma forma que os humanos, simplesmente, não podem entender. Desde o primeiro dia, a cachorrinha aconchegou-se em seu colo, no assento do carro, dando-lhe muitos beijos e é onde ela tem estado, desde então”.
Professora de crianças, a mãe de Jonny disse que agora seu filho conversa sem parar, contando-lhe tudo que acontece na escola.
Xena foi trazida para um abrigo de animais na Georgia, no final do ano passado, após desfalecer dentro de um quintal.
O filhote de quatro meses de idade acabou ferido, com escoriações e chegou a uma magreza extrema, depois de ter sido displicentemente jogado dentro uma gaiola.
A equipe do abrigo para animais DeKalb County Animal Services, na Georgia, disse que Xena pesava 1,8 kg e estava à beira da morte, conforme noticiado pelo Today.com.
Chrissy Kaczynski, integrante do abrigo, declarou que, em 12 anos de trabalho com cães resgatados de situações adversas, Xena foi um dos piores casos com que já se havia deparado.
A rápida recuperação da cachorrinha, valeu-lhe o apelido de “Xena Guerreira”.
A senhora Hickey descobriu Xena nas páginas do facebook e veio a conhecê-la em novembro passado, em um evento para angariação de fundos para o abrigo. Ela comentou que a ligação que se estabeleceu entre a cachorrinha e seu filho foi imediata.
Nos últimos meses, a vida de Jonny e a de Xena mudaram radicalmente para melhor. Os dois são inseparáveis. (Foto: Daily Mail)
Xena, a cachorrinha guerreira, encontrou um lar muito feliz junto à Linda Hickey, 44, e de seu marido Grant, 50. Eles possuem outros dois cães, mas disseram que eles são muito idosos para brincar com seu filho. (Foto: Daily Mail)
Em apenas dois meses, Xena e Jonny tornaram-se os melhores amigos. A família Hickey disse que eles não podem mais imaginar a vida sem sua mais nova integrante. (Foto: Daily Mail)
Homenagens à Xena e sua família são publicadas em sua comunidade do facebook. A família Hickey mantém constantemente atualizadas as postagens sobre Xena e Jonny, para conscientizar as pessoas sobre o autismo e a crueldade cometida contra animais. (Foto: Daily Mail)
Atualizações frequentes de fotos na comunidade de Xena no facebook, mostram que há amor e carinho em abundância no lar da família Hickey. (Foto: Daily Mail)
Jonny inclina-se para beijar Xena. A cachorrinha resgatada trouxe-lhe de volta o prazer do contato físico. (Foto: Daily Mail)
Jonny e sua melhor amiga raramente ficam distantes um do outro. Os efeitos tranquilizadores da convivência de animais com crianças autistas estão sendo pesquisados. (Foto: Daily Mail)
“Nós estávamos ali, literalmente, havia quatro minutos e Xena correu diretamente para Jonny e meu marido. Eu já amava esta cachorrinha e, depois de conhecê-la, só pude reafirmar que realmente a amava.”
Pesquisas sobre os benefícios da convivência de animais domésticos com crianças com perturbações do espectro do autismo demonstram que elas ficam mais propensas a falar e rir na presença de porquinhos-da-índia, do que na presença de brinquedos.
O Serviço Assistencial Americano para Autistas conta com o auxílio de cães especialmente treinados para fazer companhia para crianças que sofrem desta síndrome. Essas crianças tornam-se mais tranquilas quando em contato com os animais.
Linda Hickey atualiza, frequentemente, a página de Xena no facebook e publicou uma série de vídeos de apoio ao “Mês da Conscientização sobre o Autismo” e também ao “Mês da Prevenção Contra a Crueldade com Animais”.
“Meu nome é Jonny e esta é minha cachorrinha Xena,” diz o menino no vídeo, enquanto Xena descansa ao seu lado, mantendo a patinha sobre seu colo, num claro sinal de apoio.
“Bem, minha Xena foi muito machucada por pessoas que não são tão boas assim. Eu tenho autismo. Então, eu penso que nós formamos um time perfeito para espalhar, pelo mundo, a mensagem de respeito pelos animais e respeito para com as crianças que são assim como eu.”
Remédio criado para tratar autismo não traz melhora em estudo
01/05/2013 18h28 - Atualizado em 01/05/2013 18h31
Remédio criado para tratar autismo não traz melhora em estudo
Medicamento foi o primeiro criado para atuar em falhas de interação social.
Resultado desapontou famílias dos 150 autistas participantes.
O primeiro medicamento desenvolvido até hoje para tratar os comprometimentos sociais associados ao autismo não demonstrou benefícios em um estudo de 12 meses com 150 pessoas, desapontando assim as famílias participantes e a empresa farmacêutica responsável pela droga, a Seaside Therapeutics.
Os resultados do estudo, apresentados nesta quarta-feira (1°) em um congresso internacional sobre o autismo na Espanha, sugerem que o remédio não melhorou os problemas na interação social em um estudo com crianças e jovens autistas com idade entre 5 e 21 anos.
O remédio é o primeiro de uma série de tratamentos em desenvolvimento que são feitos especificamente para corrigir cerebrais resultam no autismo.
A terapia comportamental intensiva ajuda a melhorar sintomas do autismo, mas ainda não há drogas aprovadas que revertam ou melhorem os comprometimentos principais.
sábado, 27 de abril de 2013
Besouro (Lagria villosa)
Quando criança, conhecia esse besourinho como Yasmin, hoje descobri o seu nome chama-se Besouro (Lagria villosa), nas férias quando vinha para a casa da minha avó em Itanhaém, ao passear na orla da praia encontrava-a forrada destes besourinhos, era uma diversão.
Bicho capixaba
Besouro (Lagria villosa)
No Brasil, este inseto foi encontrado pela primeira vez no estado do Espírito Santo, motivo que originou o seu nome vulgar. O ataque é vasto, tendo como principais hospedeiros as culturas do abacaxi, alface, banana, café, cana-de-açúcar, milho, soja, sorgo, trigo e uva.
Danos: Os adultos causam a destruição das folhas, reduzindo assim a área fotossintética das mesmas, acarretando em queda de produção.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Criatividade: Os caramujos, as ostras, as pérolas e a significância do dia 02 de abril
O autista deve ficar a imaginar como é difícil para os caramujos subir escadas. Seus pequenos tentáculos, suas forma física, seu modo de ser criam enormes empecilhos para que o mais bonito do caramujo seja descoberto. Entre anéis e birotes, os caramujos tentam sobreviver. Uns ficam escondidos no fundo do mar com os seus segredos. Outros vão para a panela e são chamados de “escargot” na comida francesa. Comida “chic” para alguns! Deus me livre! Outros não passam de larvas e nunca se transformam na sua missão de caramujo. E, assim, a vida toda, não passam de lerdos bichinhos invertebrados que não conspiram a favor de nada.
Também, para alguns são encontrados em aquários de água doce. São encarados com um misto de amor e ódio. Por um lado, existem lindas variedades ornamentais, como a rosa, azul e leopardo. Por outro lado, geralmente aparecem como invasores indesejados, podendo formar grandes populações, sendo assim consideradas pragas pela maioria dos aquaristas. Como um agravante, muitas espécies estão envolvidas no ciclo de vida do agente da esquistossomose. E o Brasil é campeão nesta doença que mata.
Mas existe o caramujo azul em forma de arte. Isto não se pode esquecer neste singelo texto.
E as ostras? As ostras são mais imponentes neste mundo. Refiro-me às suas conchas. Também vira comida de gente rica. "Ostras são bivalves, o que significa que suas conchas são formadas de duas partes, as valvas. As valvas das conchas são mantidas juntas por um ligamento elástico. Este ligamento é posicionado onde as valvas se juntam, e usualmente as mantém abertas para que as ostras possam se alimentar.
Essas são as partes de uma ostra dentro da concha:
• boca (palpus), estômago, coração, intestinos, guelras, músculo abdutor, manto
Como a ostra cresce de tamanho, sua concha também deve crescer. O manto é um órgão que origina a concha da ostra, usando os minerais dos alimentos. O material criado pelo manto é chamado madrepérola. A madrepérola alinha o interior da concha.A formação de uma pérola natural começa quando uma substância estranha desliza para dentro da ostra, entre o manto e a concha, o que irrita o manto. A reação natural da ostra é cobrir esta irritação para se proteger. O manto cobre a irritação com camadas da mesma substância de madrepérola, que é usada para criar a concha. Isto eventualmente forma uma pérola”.
Não se pode esquecer que existem ostras azuis em formas de caramujos e conchas neste singelo texto.
E as pérolas? As pérolas, como já explicado, estão dentro das conchas, ou das ostras, e ostras estão dentro dos caramujos, que estão dentro da arte azul.
Não se pode esquecer neste singelo texto que pérolas começam com uma substância estranha, reação natural da ostra para se proteger e caramujos se enroscam em si para se proteger.
E não se pode esquecer neste singelo texto que rainhas, reis, misses, misteres, senhores e senhoras descobrem pérolas azuis em seus colos, em seus contornos e em seus dias.
E a metáfora da ostra, do caramujo e da pérola cabe muito bem para o autista.
Ele é uma ostra em criação da sua madrepérola, um caramujo na imitação da sua arte e que no dia 02 de abril se desponta para sua conscientização mundial.
Cada caramujo tem seu dia de escargot. Cada ostra tem o seu dia de pérola, cada pérola tem seu dia de rainha. Cada autista tem o seu dia azul: 02 de abril de cada ano, para que todos possam descobrir neste singelo texto que dia azul, 02 de abril, é dedicado à pérola autista.
Por incrível que possa parecer o autista imagina. Imagina como deve ser difícil para o caramujo subir escadas, para a ostra fabricar a sua pérola, para a pérola libertar-se da sua ostra e para o autista libertar-se do seu eu.
Mas ele se liberta. Liberta-se e voa. Liberta-se e fala. De casulo vira borboleta. De passarinho no ninho em grande pássaro. Alado. Pergunta por todos, fala de todos e pede para ler. Conversa sobre planos, sobre pedras preciosas, sobre madrepérolas, sobre vida após a vida.
Quanto mais 02 de abril existir, mais ele se libertará. Quanto mais conscientização azul neste orbe acontecer, mais a pérola será burilada, mais a concha será aberta, mais caramujos subirão escadas. E por arte azul.
O autista não é um ser mutante entre o tudo e o nada. Não é um ser mutante entre o silêncio e a voz. O autista é o caramujo que anda e sobe escadas, é a concha que abre e se prodiga, é a ostra que dá de presente uma pérola. É o tudo no meio do nada. É a eterna aprendizagem que ninguém quer abarrotar, mas que a curiosidade dos ditos normais mata. Mata pela singeleza, pela angelicalidade, pela azulidade.
Não se pode esquecer neste singelo texto que amanhã são 02 de abril, dia mundial da conscientização do autismo, e que caramujos, conchas, ostras e pérolas irão comemorar. Todos aqueles que quiserem amar. Amar o anjo azul perolado, enroscado na arte de viver. E Deus sabe o que faz...
Fonte: http://elosautisticos.blogspot.com.br
sábado, 13 de abril de 2013
Dia Mundial da Conscientização do Autismo
Dia Mundial da Conscientização do Autismo
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Dia 2 de abril é comemorado como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma síndrome que atinge quase 2 milhões de brasileiros. Estima-se que em todo o mundo existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo. Em crianças, esta síndrome é mais comum que o câncer, a AIDS e o diabetes.
O Autismo Infantil foi descrito em 1943 pelo médico por Kanner, que identificou crianças que apresentavam prejuízos nas áreas da comunicação, do comportamento e da interação social. Ele percebeu que se tratava de uma condição única e não pertencente ao grupo das crianças com Deficiência Mental. O nome Autismo chama atenção para o prejuízo severo na interação social, muito evidente desde o início da vida desses pacientes.
No ano seguinte, outro médico austríaco, Asperger, descreveu crianças semelhantes às descritas por seu colega, mas que pareciam mais inteligentes e sem atraso significativo no desenvolvimento da linguagem. Esse quadro foi então denominado de Síndrome de Asperger.
Recentemente, chegou-se ao termo Transtorno do Espectro Autista (TEA), que engloba o Autismo, a Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação.
Estatísticas recentes realizadas em várias partes do mundo apontam uma incidência dos TGD de 1 a cada 160 indivíduos. Um número muito superior aos citados em décadas anteriores e que suscitou a hipótese de que estaríamos vivendo uma epidemia de autismo. De acordo com o neuropediatra José Salomão Schwartzman, professor titular do programa de pós-graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a mais provável explicação para este aumento no número de pessoas identificadas é o maior reconhecimento dessa condição e a maior abrangência do conceito dos TGD.
Os TGD também afetam mais os meninos, na proporção de 4 meninos para 1 menina. O que se sabe atualmente é que a causa dos quadros dos TGD é multifatorial, dependendo de fatores genéticos e ambientais.
clique na imagem para ampliar
Uma forma diferente de ver o mundo
O autismo faz com que essas pessoas sintam o mundo de forma diferente da maioria das outras pessoas. É difícil para as pessoas com autismo falar com outras pessoas e se expressar com palavras. Pessoas com autismo geralmente guardam seus sentimentos para si mesmas, e muitas não podem se comunicar plenamente sem ajuda especial.
Elas também podem reagir ao que está acontecendo ao seu redor de forma inusitada. Ruídos normais podem realmente incomodar alguém com autismo - tanto que, muitas vezes, a pessoa cobre seus ouvidos. Pessoas com autismo, frequentemente, não conseguem fazer amizade tão facilmente como as outras pessoas. Mas elas precisam de amigos tanto quanto você.
O autismo faz com que as pessoas se comportem de modo incomum. Eles podem balançar as mãos, repetir algumas palavras várias vezes, ter crises de birra, ou brincar apenas com um determinado brinquedo. A maioria das pessoas autistas não gosta de mudanças nas rotinas. Eles gostam de fazer as coisas sempre da mesma maneira. Eles também podem insistir que os seus brinquedos ou outros objetos sejam arrumados de uma determinada maneira e ficar chateados se são mudados de lugar.
Algumas pessoas autistas são pouco afetadas pelo autismo, e isso faz com que elas só tenham um pouco de dificuldade na vida, outras podem ser muito afetadas, de modo que elas precisam de muita ajuda no dia-a-dia.
Como falar sobre o autismo para as crianças
Quando dizemos que uma pessoa tem autismo é porque o cérebro dela funciona de forma diferente. Esta pessoa pode em alguns momentos sentir e pensar de uma forma diferente da nossa.
Mas a pessoa com autismo pode gostar das mesmas coisas que nós, como ir à praia, correr, pular e ter amigos. A pessoa com autismo pode ter alguns comportamentos que nós não entendemos, mas ela só está procurando entender o mundo à volta dela de uma maneira diferente da nossa. Algumas pessoas com autismo não conseguem falar, ou têm uma grande dificuldade para expressar o que estão sentindo ou precisando, por isso, elas podem se sentir frustradas e parecer que estão bravas.
As pessoas com autismo precisam muito da nossa ajuda e compreensão para poder aprender sobre nós e nós sobre elas, assim poderemos ser todos amigos e descobrir pontos de vistas que jamais imaginaríamos.
Você pode ser amigo de uma pessoa com autismo! A pessoa com autismo nasce assim, é uma pessoa que vê e sente as coisas de maneira diferente desde o nascimento, você não pega autismo ou fica autista.
Fonte: http://grhau.blogspot.com.br
Habilitar, reabilitar e educar o ser humano.
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