sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Biólogo brasileiro testa remédio contra a doença, que pode ser consequência de um cérebro superativo


IMERSO EM PESQUISA: O biólogo Alysson Muotri em seu laboratório na Universidade da Califórnia, onde estuda drogas que podem reverter o problema
Crédito: divulgação

Saber mais sobre como os neurônios se comportam ao longo de nossa vida sempre fascinou o biólogo Alysson Muotri. Depois do doutorado em genética na USP e uma passagem por Harvard, Muotri passou 6 anos no Instituto Salk, na Califórnia, que já abrigou prêmios Nobel como o inglês Francis Crick, um dos descobridores da estrutura do DNA. Nesse período, se aprofundou em como neurônios surgem no cérebro adulto. Os estudos na área o levariam a uma explicação inédita e uma possível cura para o autismo — que atinge uma a cada 110 crianças norte-americanas. “Conseguimos abalar um dos grandes dogmas da neurociência, aquele de que doenças mentais não têm cura.”

A grande revelação científica de Muotri, já professor do Departamento de Pediatria e Medicina Celular e Molecular da Universidade da Califórnia, foi descobrir que, em cérebros autistas, novos neurônios se formam com mais facilidade devido a uma mutação genética. Em pessoas comuns, o surgimento desses neurônios na fase adulta é possível porque nosso cérebro possui células-tronco (capazes de se diferenciar em diversas estruturas de nosso corpo) adormecidas. Quando estimuladas , por exemplo por novas experiências e aprendizados, elas se transformam em neurônios. “Isso acontece graças à ativação de determinadas sequências de genes, chamadas de elementos transponíveis.”

Na maioria das pessoas, exercitar a mente, seja lendo um livro, jogando xadrez ou aprendendo a tocar um instrumento, desperta os tais elementos transponíveis. Porém, os autistas não precisariam de tanto exercício. Segundo a pesquisa de Muotri, eles já possuem esse sistema naturalmente mais ativo do que gente saudável. Em tese, isso seria bom, já que um cérebro dinâmico pode gerar habilidades extraordinárias, como uma supermemória ou destreza em cálculos matemáticos. Mas isso também multiplica a chance de mutações que tornam os neurônios autistas defeituosos. Por exemplo, são menores e têm menos capacidade de completar sinapses, as regiões de comunicação entre as células cerebrais.

O pesquisador e sua equipe retiraram células da pele de pacientes autistas e saudáveis, depois fizeram com que elas voltassem a ser células-tronco e as submeteram a um ambiente similar ao do cérebro, usando vitaminais e sais minerais. “Assim, conseguimos que essas células se comportassem como neurônios”, diz Muotri. Acompanhando sua evolução, o grupo observou o surgimento dos defeitos nos neurônios autistas. Com o tempo, eles se atrofiavam. O passo seguinte foi testar várias substâncias para reverter o problema. Duas delas — o hormônio Insulin Grow Factor 1 (IGF1) e o antibiótico Gentamicina — provaram ser eficazes. “Em tese, curamos o autismo, mas ainda há vários testes para que essas drogas possam chegar ao mercado.”

Em caráter experimental, uma equipe de médicos do Children´s Hospital, em Boston, nos EUA, já usa as substâncias em um grupo de 10 crianças autistas. No entanto, os efeitos colaterais ainda não são completamente conhecidos. “Pode haver perda de memórias e até de conhecimentos adquiridos por conta da reconfiguração cerebral provocada pelos medicamentos”, diz Muotri. Se essas barreiras forem ultrapassadas, os autistas não devem ser os únicos beneficiados. “No futuro, talvez possamos ampliar a inteligência e a criatividade ao acelerar o desenvolvimento de neurônios em um cérebro adulto.”

TESTE DE LABORATÓRIO
Os experimentos que revelaram uma das causas da síndrome. E como eliminá-la:


terça-feira, 19 de julho de 2011

Governo Canadense separa menina Autista do Pai

Governo Canadense separa menina Autista do Pai
 
A menina canadense Ayn Van Dyk, 9 anos, que saiu perambulando em 16 de junho e foi encontrada sã e salva, foi levada de sua casa pelo Ministério da Criança e do Desenvolvimento da Família e ainda está nas mãos das autoridades de seu país. Essa tragédia começou em Abbotsford, Columbia Britânica, quando o Ministério foi chamado depois que a garota foi encontrada brincando na piscina de um vizinho.

Seu pai, Derek Hoare, que cria os três filhos sozinho, declarou recentemente, em uma entrevista para Care2.com:

"Depois de 18 dias sem contato com o ministério a respeito do estado de Ayn ou seu paradeiro, recebi um telefonema de um funcionário na segunda-feira, 4 de julho, que me informou que Ayn tinha chorado o tempo todo e mandando que eu levasse uma imagem minha para ajudar a acalmá-la. Concordei e fui ao escritório do ministério, onde falei com o funcionário, para expressar minhas preocupações com o bem estar de Ayn, se está sendo medicada, poder vê-la e receber relatórios escritos tão frequentemente quanto possível. Fui informado que Ayn estava fora do hospital, em um lar adotivo. Nossa reunião seguinte foi na quarta-feira, 6 de julho, onde fui informado que Ayn retornou ao hospital para uma avaliação psiquiátrica por seis semanas mas que, como há uma lista de espera, poderia levar de 2 a 8 semanas para ela ser avaliada. Ela foi drogada contra a minha vontade explícita, fundamentada e repetida, com Risperdal, uma droga com muitos efeitos colaterais conhecidos, alguns dos quais, fatais."
Derek é o pai solteiro de Ayn e seus dois irmãos mais velhos. Ele se dedica totalmente a ela, engajando-se em todos os aspectos da paternidade de uma criança com autismo. Seu calvário foi provocado por uma desatenção momentânea em que ela sumiu do quintal, fechado com muro de seis metros de altura. Esse é o pior pesadelo para qualquer pai.

Por extensão lógica, cada vez que um incidente desses terminar com a morte da criança, os pais devem ser acusado de homicídio por negligência. E cada vez que termina bem, a criança deve ser removido da casa. O fato de essa pobre menina não poder ver o pai dela e estar sendo drogada com anti-psicóticos é ultrajante e uma abominação.


Se você quer somar sua voz à campanha para devolver Ayn à sua família, pode aderir a um abaixo-assinado online postado aqui (http://www.thepetitionsite.com/1/bring-ayn-van-dyk-home/).
 
Fonte: http://maxemathe.blogspot.com/2011/07/governo-canadense-separa-menina-autista.html

segunda-feira, 18 de julho de 2011

São Paulo terá de fornecer transporte especializado para pessoas com autismo

São Paulo - O estado de São Paulo vai ser obrigado a fornecer transporte especializado para pessoas com autismo no trajeto entre a residência e o local onde recebem tratamento. A decisão liminar foi obtida esta semana pela Defensoria Pública de São Paulo.
 
- A pessoa com autismo tem dificuldade de ficar aglomerada ou com muitas pessoas. Elas também podem ter comportamentos que, muitas vezes, não são compreendidos pelas pessoas. E esses comportamentos podem ser aflorados em situação de grande aglomeração, como no metrô e no ônibus - disse a defensora pública Renata Tibyriçá.

A defensora disse, em entrevista à Agência Brasil, que decidiu entrar com uma ação civil pública na Justiça após mães de filhos com autismo relatarem a deficiência na prestação de serviço oferecido principalmente por uma das várias entidades conveniadas ao estado de São Paulo instalada na zona leste da capital paulista.
A entidade, segundo Renata Tibyriçá, atendia 42 pessoas com autismo e apresentava várias deficiências, entre elas, o fato de não separar os pacientes por faixa etária.
- O tratamento para uma pessoa com autismo deve ser individualizado ou em grupos que tenham a mesma necessidade - disse.
Em sua decisão, o juiz Henrique Rodriguero Clavisio, da 10ª Vara da Fazenda Pública, declarou ser obrigação do Estado a elaboração de políticas públicas que atendam às necessidades específicas das pessoas com deficiência.
- Deve o Estado, além de garantir o acesso à saúde e à educação, também o oferecimento de transporte especial para pessoas portadoras de necessidades especiais - disse o juiz.
Para a defensora, a decisão liminar da Justiça é um passo importante para que o Estado possa começar a pensar em adotar políticas públicas voltadas para os autistas.
- Com essa decisão, podemos esperar dias melhores para as pessoas com autismo. Podemos esperar que se comece a olhar e a se pensar na importância de garantir um atendimento adequado a essas pessoas - declarou. Segundo ela, há cerca de 2 milhões de autistas no Brasil, sendo 100 mil só na cidade de São Paulo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os nossos filhos tem o direito a uma vida saudável e produtiva.


Edição de 28/06/2011 Amazonas Jornal


Atenção Multidisciplinar, Orientação e Respeito para o Autismo: a Organização Não-Governamental (ONG) Amora, lançada na tarde de ontem na sede social da Assembleia Paraense, traz no nome os seus principais propósitos. O grupo de dez pais de crianças e adolescentes que têm o distúrbio decidiu unir forças e buscar parceiros a fim de estimular a capacitação de diversos profissionais que lidam com pessoas que tenham a disfunção. Na Região Metropolitana de Belém (RMB), a nova ONG estima que mais de 10 mil pessoas tenham autismo, que afeta a comunicação, a integração social e imaginação do indivíduo. Cerca de 80 famílias são tratadas com uma equipe multiprofissional na fundação Casa da Esperança, em Ananindeua. Mas há pelo menos 200 autistas na fila de espera.


O autismo é um déficit cognitivo que está associado a mais de 6 mil síndromes. O rótulo representa uma série de condições referentes ao atraso no desenvolvimento infantil, dentro de áreas específicas do comportamento humano, a exemplo da comunicação. Cerca de 80% das pessoas que têm autismo não falam. Atividades simples, como cuidar da higiene pessoal, ler ou escrever podem demorar a ser assimiladas pelos autistas, a depender do nível de gravidade do distúrbio, que varia.
O evento de inauguração teve a apresentação da jornalista da TV Globo de Brasília (DF), Cristina Serra, que veio a Belém especialmente para a ocasião, sorteios de prêmios, brindes com motivos da ONG e ainda três desfiles de moda. De acordo com o presidente da Amora, Sérgio Serra, pai de Gustavo, de 9 anos, promover o apoio financeiro para o tratamento do distúrbio, multiplicar informação sobre o autismo e ainda difundir a inclusão da pessoa com o autismo será o foco do grupo, que já começou a fazer o cadastro de doadores e colaboradores. "A ideia surgiu no último dia 2 de abril, quando se comemora mundialmente a Conscientização do Autismo. Os pais trocaram experiências e concluíram que há muitas dúvidas a respeito de como educar os filhos que têm o autismo. Como observamos em encontros e também em fóruns da internet, a falta de informações e de profissionais especializados é um problema que vamos tentar diminuir", explicou.

A madrinha da ONG, a jornalista Cristina Serra, falou sobre a importância de participar da iniciativa social, que pretende jogar uma luz em volta do autismo, desconhecido para a maior parte da população paraense.

"O lançamento da Amora representa mais uma forma de combater o preconceito existente contra a pessoa com autismo e divulgar informações sobre o tema. Há muitas famílias que não sabem como identificar o problema, pois não têm acesso a este conhecimento. Com uma discussão mais ampla, é possível facilitar o diagnóstico e assim ter respostas melhores ao tratamento", disse. O coordenador administrativo da Casa da Esperança, Carlos Quaresma, explica que há uma demanda muito grande pelo tratamento de autismo.

Mais informações nos telefones 3242-4192, 8113-9712 e 8113-0303 e no e-mail para contato@ongamora.org.


 

domingo, 26 de junho de 2011

Apadem desenvolve projeto de inclusão em escolas e igrejas da cidade


Volta Redonda

Com seus 12 anos de existência comemorados no último dia 19, a Apadem (Associação de Pais de Autistas e Deficientes Mentais) está desenvolvendo desde o ano passado dois projetos direcionados a escolas e igrejas da região: os projetos Autismo Inclusão nas Escolas e Autismo Inclusão nas Igrejas. A entidade de Volta Redonda tem por finalidade colaborar na assistência e formação das pessoas com Transtorno do Espectro Autista, apoiando suas famílias e promovendo a integração entre o poder público, a comunidade e a escola.
De acordo com Cláudia Moraes, presidente da entidade, a proposta desses dois projetos é demonstrar o que é o autismo e como é possível incluir o autista na escola e na sociedade.
- Por enquanto o projeto está sendo divulgado pelo do site da Apadem (www.apadem.blogspot.com), pelos pais dos alunos e através dos grupos de famílias. Graças a essas ações as escolas nos procuram e nos convidam a mostrar a ideia do projeto. Participamos de reuniões com professores, diretores, coordenadores e toda a parte pedagógica da instituição de ensino, onde explicamos o que é o autismo, suas características, causas e como pode ser feita a inclusão e a necessidade de que ela aconteça - explicou.
Ela acrescentou que, no caso de a escola demonstrar algum interesse, é marcada uma segunda reunião só com os pais de alunos ou mesmo com os professores. Foi o que aconteceu há duas semanas na Escola Municipal Domingas, em Pinheiral, quando também compareceram representantes de outras escolas e da Secretaria Municipal de Educação de Pinheiral. Em Volta Redonda já foram incluídas no projeto seis escolas da rede pública e particular, e a secretária municipal de Educação, Therezinha Gonçalves, já demonstrou interesse no projeto, que passa atualmente pelo processo de análise.
Segundo a presidente da Apadem, o número de alunos autistas nas escolas da rede pública e particular de Volta Redonda está crescendo a cada dia e, graças ao trabalho desenvolvido pela Apadem junto a essas instituições, a visão que os profissionais tinham da disfunção está mudando.
A maior dificuldade enfrentada pelo aluno autista na escola é o desconhecimento sobre a síndrome no meio educacional e na sociedade. Apesar de a escola ter conhecimento que possui alunos com a disfunção sendo incluídos, muitas vezes a direção da escola não sabe como lidar com a questão.
- As pessoas possuem uma visão equivocada sobre o autismo, pensando que o autista não vai se socializar nunca. Só o fato de mostrar aos profissionais da educação o que é a síndrome já é um caminho - acredita.

Escolas para autistasDe acordo com Cláudia, atualmente existem duas escolas para autistas em Volta Redonda: a Deise Mansur - direcionadas para alunos na faixa etária entre 4 e 16 anos - e o Sítio Escola Semeia, para alunos acima de 16 anos. Devido à questão da idade, apenas os alunos da escola Deise Mansur recebem suporte para terem condições de serem incluídos em uma escola regular ou, se for necessário, frequentarem as duas escolas para adaptação.

A inclusão nas igrejas
A Apadem também desenvolve o mesmo projeto de inclusão do autista nas igrejas do município através de palestras onde os pais, familiares e os membros ou representantes da igreja aprendem que o autista possui toda a capacidade de participar dos eventos religiosos.
- Muitos pais conheceram o trabalho da Apadem através dos projetos desenvolvidos nas escolas e igrejas, e então passaram a frequentar os grupos de famílias. Depois do trabalho desenvolvido através do projeto os familiares ficam mais à vontade para levar seus filhos portadores de autismo aos cultos ou missas - comemorou.

Quando o autismo não é uma barreira para o estudo
Para a dona de casa Carla Marina Lorencine da Costa o autismo de seu filho João Gabriel, de cinco anos, nunca foi um obstáculo para colocá-lo em uma escola regular: ele estuda desde os dois anos no Centro Educacional Tiradentes, localizada no bairro Jardim Tiradentes. - Sempre desconfiei que havia algo de diferente com o meu filho, mas, apesar do atraso na fala e na maneira diferente de brincar, só resolvi levá-lo a um especialista depois que fui alertada pelos professores e pela pedagoga da escola quando ele estava no maternal. Depois que descobri o autismo em meu filho conheci a Apadem por indicação da fonoaudióloga que descobriu o problema. Na associação conheci outras mães com filhos na mesma situação e que me ajudaram a ter outra visão do autismo. Hoje participo de palestras, grupos da família e oficinas pedagógicas, e o meu marido participa do grupo de pais - contou.
Na opinião da Carla, a escola é a segunda casa do João Gabriel; a única diferença para os outros alunos é que ele tem uma auxiliar terapêutica para acompanhá-lo durante as aulas.
- Eu acredito, hoje, que é possível a inclusão do autista na escola e, no caso do meu filho, a parceria e o apoio da instituição de ensino foi muito importante para a inclusão dele. Tive a sorte de encontrar a ajuda dos professores, pedagogos e da direção da escola - agradeceu.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Hoje é o meu aniversário!!!!


Comemorar mais uma ano de vida sempre é uma conquista...


A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo novo, de novo e de novo,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

Encontro sobre Autismo



Congresso sobre Autismo


Unaerp Guarujá apóia evento da APAAG, em junho. Inscrições já estão abertas no Multiatendimento.
Calcula-se que de 3% a 4% de crianças e adolescentes são portadores de autismo, síndrome que se caracteriza pela falta de habilidade de interagir socialmente, com dificuldades motoras, de linguagem, atenção e afetividade. O que pode fazer uma família quando percebe que sua criança tem prejuízos na interação com o mundo que a cerca e atraso no seu desenvolvimento? Como procurar diagnóstico? Como os familiares podem se organizar para contribuir com o tratamento? Enfim, qual a melhor forma de cuidar dessa criança, otimizando sua relação com o ambiente?
Promover o conhecimento sobre o transtorno do espectro autista é o principal objetivo do 1º Encontro sobre Autismo 2001 – do Diagnóstico à Educação, que a Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Guarujá – APAAG promove dia 11 de junho, das 8 às 14 horas, no Casa Grande Hotel, Av. Miguel Stéfano, 1001.
O evento, destinado a familiares, profissionais das áreas de saúde e educação, e à sociedade como um todo, tem como convidado o dr. Marcos Tomanik Mercadante, professor do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina e coordenador de pesquisa do Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento.

Agenda
Das 8 às 9 horas – Credenciamento
Das 9 às 9h30 – Apresentação da APAAG
Das 9h30 às 11h30 – Palestra de Marcos Tomanik Mercadante, sobre o tema Do Diagnóstico Precoce ao Cérebro Social.
Das 11h30 às 12 horas – Cofee Break
Das 12 às 14 horas – Mesa-redonda com Marcos Mercadante, Daniela Bordini (coordenadora médica do Ambulatório de Cognição Social UPIA/UNIFESP), Sandra Valle (coordenadora geral do Ambulatório de Cognição Social UPIA/UNIFESP) e Maria Izabel Calil Stamato (doutora e mestre em Psicologia Social pela PUC/SP e especialista em Psicologia Social pelo Conselho Federal de Psicologia).

Inscrições
As inscrições custam R$ 50,00 e R$ 40,00 (estudantes).  Podem ser feitas em Guarujá, na APAAG (Rua Álvaro Nunes da Silva, 110, tel. 3555-7417 e 3021-3121) e na Unaerp (Av. Dom Pedro I, 3.300, tel. 3398-1036), ou em Santos, na UniSantos (Av. Conselheiro Nébias, 300, Vila Mathias, tel. 3205-5555).

Sobre a APAAG
A Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Guarujá é uma entidade civil comunitária, com personalidade jurídica e sem fins lucrativos, fundada em 30 de setembro de 2000. Seu objetivo era atender os anseios de um grupo de pais que desejavam obter tratamento necessário para o desenvolvimento de seus filhos no município. Hoje, atende 132 crianças autistas e seus familiares.